
Os experimentos de Gregor Mendel com ervilhas mostraram como uma diferença hereditária podia desaparecer em um híbrido e reaparecer em seus descendentes em proporções previsíveis. Publicado em 1866, o trabalho se tornou um fundamento da genética. Sua força era uma explicação testável construída a partir de gerações de descendentes contados; seus limites também importam, pois nem todo caráter segue um padrão dominante-recessivo simples.
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Publicado em abril de 1965, o artigo de cinco páginas de James Cooley e John Tukey ajudou a tornar rotineiro um cálculo exigente: encontrar as componentes de frequência de uma sequência. Sua transformada rápida de Fourier reorganizava o trabalho em cálculos menores e reutilizáveis. Para um comprimento que é uma potência de dois, o trabalho aritmético cresce aproximadamente como o número de pontos multiplicado por seu logaritmo, em vez de seu quadrado. Matemáticos anteriores já haviam descoberto métodos relacionados. A mudança duradoura veio da implementação eficaz e da difusão dessas técnicas na computação eletrônica. A velocidade torna cálculos maiores acessíveis; ela não melhora as medições de origem nem elimina os limites numéricos ou de amostragem.

Um experimento acústico publicado em 7 de outubro de 2026 testa uma previsão contraintuitiva: algumas ondas podem permanecer concentradas na borda de uma rede mesmo quando se fecha uma lacuna no espectro da evolução periódica do modelo. Os pesquisadores reconstruíram essa evolução a partir de medidas de pressão e usaram interferência para distinguir dois tipos de modo de borda. Trata-se de uma realização experimental de trabalhos teóricos anteriores em um análogo clássico de ondas sonoras, com amostras finitas, perdas e testes limitados de robustez; o resultado não demonstra emaranhamento quântico nem um computador quântico.

Publicado em 24 de novembro de 1859, A origem das espécies relacionou a diversidade dos seres vivos à descendência ramificada e à seleção natural: diferenças hereditárias podem influenciar quantos descendentes os organismos deixam. Darwin construiu um argumento histórico a partir de vários tipos de evidência, reconhecendo dificuldades sérias e o desconhecimento do mecanismo da hereditariedade. Essa foi uma transformação duradoura na biologia, mas não uma explicação completa da evolução em sua forma moderna.