A COVID grave desperta vírus adormecidos — e um deles marca a COVID longa
Em 1.154 pacientes hospitalizados, quase um em cada dois vê reativar-se um vírus crônico adormecido durante a COVID aguda — herpes, citomegalovírus, Epstein-Barr, mas também os discretos anelovírus. Estes últimos estão associados, na convalescença, à forma de COVID longa marcada pela incapacidade física. Associação, não causalidade: os autores dizem isso preto no branco.
FNIP1 — quando quebrar um gene protege o metabolismo
Em mais de um milhão de pessoas, variantes ultrarraras que desligam o gene FNIP1 vêm acompanhadas de um perfil lipídico favorável, de uma proporção maior de massa magra e de menos gordura visceral, com chances de doença cardiometabólica reduzidas em cerca de 60 %. No camundongo, em compensação, desligar o FNIP1 sozinho não produz nada: é toda a via que precisa ser cortada.